Recursos vitais - Solo

Solo.
Onde a vida recomeça.

O solo não é apenas suporte. É uma comunidade viva que guarda água, recicla nutrientes, alimenta plantas e armazena carbono. Quando desaparece sob erosão, compactação ou cimento, perdemos funções que demoraram gerações a formar.

Entre abaixo da superfície: água, ar, raízes, fungos e organismos formam a rede que sustenta a paisagem. Aqui, o solo é lido como parte do sistema — nunca como um recurso isolado.

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No mundo

Retrato global

A degradação avança, a restauração torna-se urgente

O indicador oficial combina cobertura do solo, produtividade e carbono orgânico; os períodos publicados são 2015 e 2019.

A carregar indicadores…

Como ler: degradação é avaliada pela regra “um fora, todos fora”: se um dos três subindicadores piora significativamente, a área é classificada como degradada.

Evolução

Consulte os dois períodos oficiais disponíveis; não são uma série anual contínua.

ODS 15.3.1

Proporção de terra degradada

2015–2019
O gráfico requer JavaScript.

Percentagem da superfície terrestre classificada como degradada no período de reporte.

Restauração

Terra a restaurar até 2030

Meta 2030

A escala da restauração necessária mostra que travar novas perdas não será suficiente.

Como ler os gráficos: compare apenas períodos e metodologias equivalentes. A percentagem nacional não descreve erosão, compactação ou contaminação de uma parcela.

Países e territórios

Mudar de escala

Escolha uma geografia para comparar o seu percurso com a referência mundial. A ausência de uma série é mostrada como lacuna, nunca estimada por nós.

Ver o solo em Portugal
Escolha uma geografiaOs indicadores e a evolução aparecerão aqui.
Sistema vivo

Da formação à regeneração

O solo forma-se lentamente, mas pode perder estrutura, carbono e biodiversidade numa única geração.

1 · Formar

Rocha, clima, relevo e vida constroem horizontes ao longo de séculos.

2 · Degradar

Erosão, compactação, salinização, contaminação e impermeabilização retiram funções.

3 · Aquecer

Mais calor e menos humidade alteram raízes, microrganismos e libertação de carbono.

4 · Restaurar

Cobertura, raízes diversas, matéria orgânica e menor perturbação recuperam funções.

Relatórios

O que as instituições observam

Conclusões recentes apresentadas com o respetivo período e sem as transformar em séries comparáveis.

Atualidade

Solo em foco

Notícias selecionadas por relevância para solo, erosão, desertificação, agricultura, carbono e restauração.

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Transparência

Como ler estes dados

Anos diferentes

A avaliação de referência é de 2015; a mais recente publicada é de 2019. Os dois períodos seguem a mesma metodologia do ODS 15.3.1.

Indicador composto

Cobertura, produtividade e carbono orgânico são integrados pela metodologia ODS 15.3.1.

Sem preenchimento

Registos sem valor foram excluídos. A página nunca inventa ou interpola lacunas.

Escala não é parcela

Uma percentagem nacional não substitui análise física, química e biológica de uma parcela.

Portugal continental, Açores e Madeira

Portugal

Três mudanças que alteram o território

Indicadores nacionais com período e fonte identificados. Suscetibilidade à desertificação não significa que toda essa área já esteja desertificada.

A tua região

Um perfil territorial, não uma análise da parcela

O mapa pode sugerir o solo dominante, textura e pH regional. Para decidir correções, fertilização ou rega é indispensável analisar a parcela com profundidade, método e data conhecidos.

A carregar região…

A procurar o perfil territorial guardado no site.

Matéria orgânica, carbono, compactação, nutrientes, salinidade e contaminação locais: —
Não serão estimados sem amostragem ou medição.

Solo dominante—
Textura regional—
pH regional—
Análise de parcela—
Ler o solo

Os indicadores contam histórias diferentes

Não existe uma nota única de “saúde do solo”. O diagnóstico cruza propriedades físicas, químicas e biológicas com o uso e a profundidade.

Sinais de alerta

Ver primeiro, intervir depois

Sulcos, crostas, raízes deformadas ou água turva são pistas. Identificar a causa evita respostas desnecessárias ou contraproducentes.

Regenerar

Práticas simples, acompanhadas no tempo

A regeneração não depende de um produto milagroso: começa com cobertura, raízes diversas, matéria orgânica segura e menor perturbação.

Medir bem

Como criar um retrato local credível

Comparações só fazem sentido quando repetem época, profundidade e método. Em caso de suspeita de contaminação, é necessário um plano específico.

Antes de recolher

Defina o objetivo, divida áreas com usos ou solos diferentes e registe cobertura, declive, data e profundidade. Não misture uma análise de fertilidade com uma investigação de contaminação.

  1. Identificar parcela e coordenadas.
  2. Registar uso, cobertura e profundidade.
  3. Recolher uma amostra composta quando apropriado.
  4. Usar laboratório e métodos identificados.
  5. Repetir em condições comparáveis para observar tendência.

Um teste caseiro (aproximado)

Sem laboratório nem kit de pH, dá para ter uma primeira ideia com vinagre, bicarbonato de sódio e um frasco transparente. É indicativo, não substitui um kit de pH fiável nem uma análise laboratorial — mas ajuda a perceber se o solo do seu terreno se aproxima do perfil regional ou é bem diferente.

  1. pH — teste do vinagre: coloque um pouco de solo seco num recipiente e junte vinagre; se borbulhar, o solo tende a ser alcalino.
  2. pH — teste do bicarbonato: noutro recipiente, humedeça solo seco até formar lama e junte bicarbonato de sódio; se borbulhar, o solo tende a ser ácido. Sem reação em nenhum dos dois, está provavelmente perto do neutro.
  3. Textura — teste do frasco: encha um frasco transparente a um terço com solo, complete com água, agite bem e deixe repousar 24 horas.
  4. As camadas separam-se por peso — areia no fundo, limo a meio, argila no topo — e a proporção dá uma ideia aproximada da textura.
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