Índice da Lista Vermelha
Uma descida indica agravamento do risco agregado de extinção nos grupos abrangidos.
Cada espécie existe em relação com outras: poliniza, decompõe, dispersa sementes, regula populações ou alimenta alguém. Conhecer essa teia ajuda-nos a proteger habitats completos, em vez de olhar apenas para organismos isolados.
O índice acompanha mudanças genuínas no risco de extinção dos grupos avaliados repetidamente.
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Como ler: 1 representa menor risco agregado e 0 extinção total nos grupos abrangidos. Uma descida significa deterioração.
A série anual modela mudanças genuínas entre reavaliações periódicas e inclui intervalos de incerteza.
Uma descida indica agravamento do risco agregado de extinção nos grupos abrangidos.
Aumentar a cobertura melhora o conhecimento; o total avaliado não é, por si só, uma tendência de perda.
Como ler os gráficos: observe a direção do índice, não o número bruto de espécies ameaçadas, que também aumenta quando crescem as avaliações.
Escolha uma geografia para comparar o seu percurso com a referência mundial. A ausência de uma série é mostrada como lacuna, nunca estimada por nós.
Genes, espécies, habitats e processos ecológicos sustentam a adaptação e a continuidade dos sistemas vivos.
A diversidade genética permite respostas diferentes à mudança, doença e perturbação.
Polinização, predação, decomposição e dispersão ligam espécies e habitats.
Perda de habitat, exploração, poluição, invasoras e clima atuam em conjunto.
Proteger habitats, reduzir pressões e restaurar ligações permite recuperação.
Conclusões recentes apresentadas com o respetivo período e sem as transformar em séries comparáveis.
Notícias selecionadas por relevância para espécies, habitats, conservação, invasoras e risco de extinção.
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As reavaliações são periódicas; os anos intermédios distribuem mudanças genuínas com incerteza explícita.
O índice agregado repetido abrange cinco grupos taxonómicos avaliados pelo menos duas vezes.
Registos sem valor foram excluídos. A página nunca inventa ou interpola lacunas.
O índice nacional pondera distribuições globais e não substitui uma Lista Vermelha nacional.
Estes números descrevem os registos disponíveis no site — não o total de espécies existentes em Portugal. Crescem à medida que o inventário é enriquecido.
Uma associação regional indica ocorrência ou adequação ecológica registada; não confirma presença atual num ponto específico. A observação no terreno continua essencial.
A consultar as espécies associadas.
Pesquise pelo nome comum ou científico. Os filtros “ameaçadas” usam apenas categorias IUCN registadas; campos sem informação não são interpretados.
A biodiversidade não é uma coleção. A observação responsável deixa ninhos, abrigos, plantas, fungos e animais exatamente onde pertencem.
Use zoom ou binóculos. Evite tocar, alimentar, perseguir ou reproduzir sons junto de animais.
Permaneça nos trilhos quando necessário e não remova plantas, fungos, pedras, madeira morta, ovos ou ninhos.
Data, local aproximado, habitat e fotografia tornam uma observação mais útil, respeitando localizações de espécies sensíveis.